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14 de nov. de 2014

Dia 14 - Santa Vitória do Palmar, RS

Partimos de Pelotas com Samuel nos acompanhando até um posto de gasolina na saída da cidade. Nos despedimos e seguimos viagem adentrando a Reserva do Taim, uma reserva repleta de capivaras, crocodilos e alguns outros animais.
O caminho era uma reta interminável. Tanto que tive que parar e colocar música no fone de ouvido para não acabar caindo no sono. Já Mel em alguns momentos dormiu pois as vezes eu sentia seu peso nas minhas costas. Vimos muitas capivaras pela estrada mas infelizmente (ou felizmente para Mel) nenhum crocodilo. Uma pena, pois valeria umas boas fotos.
Seguindo conselho de amigos pousamos não na cidade fronteiriça mas sim uma antes, chamada Santa Vitória do Palmar. Uma cidade minúscula do qual encontramos um camping 15 kms da cidade, perto da praia. Para nós foi ótimo pois tivemos bastante sossego e a pousada não nos custou caro. Pagamos 50 reais pela casinha com garagem. Fiz um vídeo mostrando o local:
Na pousada haviam três dálmatas. Quando decidimos ir dar uma volta pela praia dois deles nos acompanharam como se nos conhecessem a anos. Enquanto andávamos pela praia eles corriam, entravam na água e corriam atrás das gaivotas. Mel coletou algumas conchinhas e tivemos um momento de muita paz e tranquilidade. Voltamos, caímos no sono e mais tarde acordamos para jantar e voltar a dormir.











13 de nov. de 2014

Dia 13 - Pelotas, RS

Com pouca chuva seguimos viagem até Pelotas. A viagem foi um pouco tensa pois foi o dia em que tivemos os ventos mais fortes. Estes ventos vinham de frente e pareciam querer segurar a moto. Com muito custo chegamos em Pelotas. Encontramos a casa do Samuel sem muita dificuldade. Ele era sobrinho do Antonio, que nos recebeu no nosso primeiro destino, Brodowski. Samuel não estava então sua mãe nos recebeu com muita cordialidade. Nos levou até o quarto de Samuel, do qual ele gentilmente nos cedeu e nos ofereceu almoço.
Samuel chegou não muito tempo depois. Falei para ele que precisava comprar filtro de vela para levar de reserva e um galão para combustível extra e ele nos levou para o centro de Pelotas de carro. Comprei os filtros e ele comprou o galão para mim. Após, nos levou para o Mercado Municipal onde experimentamos doces na doceria de um amigo seu. Pelotas é a capital nacional dos doces então a oferta foi irrecusável. Nos presenteou com doces maravilhosos.
Voltamos para sua casa onde jantamos e mais tarde saímos novamente para visitar a feira do livro num parque. Samuel nos mostrou os pontos conhecidos da cidade e mais tarde nos levou na praia. O tempo estava agradável e a cidade parecia relativamente calma. Quando chegamos estávamos tão cansados que não consegui atualizar o blog.
Dormimos como pedra.

(Tenho muitas fotos mas estão na HD externa e esta está na moto longe de mim. As colocarei assim que possível)

12 de nov. de 2014

Dia 12 - Novo Hamburgo (segundo dia)

No nosso segundo dia utilizamos a manhã para resolver alguns pepinos. Jeferson me levou a um chaveiro para fazer a cópia da chave da moto. Chegando de volta a chave não virava. Jeferson ligou para o chaveiro que ficou de verificar e retornar pela tarde. Chovia muito na região, o que tornava inviável seguirmos viagem sendo que poderíamos deixar para o dia seguinte. À tarde acompanhamos eles até o supermercado do qual são os proprietários e mais tarde fomos a um shopping center, onde passarmos o resto do dia.
Jeferson e Mônia nos buscou pela noite e nos levou para jantar no bar de sua mãe onde estava preparado um picadinho de carne espetacular que nos esbaldamos de comer com pão. Bastante gente veio e comemos todos em uma mesa larga. Tiramos fotos e fomos convidados a colar nosso adesivo no pilar do bar, onde já estavam outros adesivos similares.
Fomos dormir satisfeitos e prontos para o prosseguimento de nossa jornada!

11 de nov. de 2014

Dia 11 - Novo Hamburgo

Com nossa rota tendo um destino excluído seguimos viagem para Porto Alegre. A Mel ficou bastante chateada por termos que deixar Gramado e Canela de lado mas a pessoa que ia nos hospedar cancelou um dia antes e não tínhamos tempo de encontrar outro lugar barato para ficarmos.
Antes de partir uma surpresa nada agradável: a chave da moto havia sumido. Com a muvuca do dia anterior eu não lembrava onde a havia colocado e existia a possibilidade de ela ter caído do meu bolso na praia ou algo assim. Peguei a chave reserva e fomos assim mesmo.
A viagem pareceu longa e cansativa. Pegamos muito vento na estrada e aquilo parecia exigir mais de mim fisicamente. Quando isso acontece fico realmente quebrado de cansado.
Na estrada fizemos um vídeo para nosso canal no Youtube:


Chegando em Porto Alegre após nos perdermos na cidade por mais de meia hora recebi a mensagem do Jeferson, a pessoa que nos recepcionaria lá. Dizia que ele morava em Novo Hamburgo, uma cidade antes de Porto Alegre do qual já tínhamos passado. Pegamos a estrada de volta e o encontramos num posto de gasolina junto à sua esposa Mônia. Estes dois foram muitíssimo dez conosco. Encheram nosso tanque, nos pagaram comida e nos receberam em sua casa por dois dias. Além de tudo ofereceram nos levar para conhecer Gramado e Canela de carro pela noite. Mel deu pulo de alegrias. Valeu muitas fotos. Mônia levou Mel para fazer o cabelo num salão e eu fiquei conversando com diferente pessoas enquanto aguardava Jeferson finalizar o trabalho e Mel voltar do salão com Mônia. Pela noite, como prometido, nos levaram para conhecer Gramado e Canela. A cidade estava tomada por luzes e enfeites de Natal, o que fez os olhos da Mel brilharem.
A noite dormimos profundamente vencidos pelo cansaço.  










10 de nov. de 2014

Dia 10 - Balneário Gaivota

As "férias" em Florianópolis chegaram ao fim! Ambos já estávamos bem queimados de sol. Fiquei com 4 tonalidades de cores só no braço. Estávamos tão cansados que acordamos mais tarde que o horário oficial de partida, que é 8 horas. Tomamos café, organizamos a bagagem e só conseguirmos pegar a estrada as 11 da manhã. O percurso do dia seria até Balneário Gaivota, no meio caminho entre Floripa e Porto Alegre. Eu apenas sabia que era uma cidade pequena, de 8 mil habitantes mas 32 belas praias. Seria um ótimo lugar para descanso após as várias voltas em Florianópolis. Sem muita dificuldade encontramos o lugar onde acamparíamos, "Camping das Gaivotas". Os donos do local eram um casal já de idade muito simpáticos. O lugar era muito grande e mais uma vez éramos os únicos acampando. Armamos a barraca, fomos passear na praia, voltamos, preparamos um jantar na espiriteira e retornamos à praia. O céu estava muito estrelado e o fato curioso do dia é que enquanto estávamos na praia Mel notou uma luz entre as estrelas que se movimentava em linha reta, mas de forma irregular. Não piscava nem se movimentava de forma constante como um avião. Parecia "caminhar" no céu e parecia estar muitíssimo alto. Achei estranho e acompanhamos a luz com o olhar até ela desaparecer no horizonte. Logo vi mais uma com o mesmo comportamento. Pouco depois Mel notou mais duas juntas e um minuto depois vi mais uma. No total vimos 5 luzes destas em menos de 5 minutos que garanto que não eram aviões. Na minha leiga opinião eram satélites mas claro que há a possibilidade de serem "algo mais".
Fui dormir pensando nisso.






9 de nov. de 2014

Dia 9 - Florianópolis (terceiro dia)

No nosso último dia em Florianópolis tivemos sérios problemas de direção e localização.
Pela manhã fomos procurar um lugar para Mel comprar um bikini. Na hora do almoço fomos de moto até a praia. A intenção era conhecermos a famosa praia de Joaquina, no norte da ilha mas o bendito GPS nos mandou para outra praia no sul da ilha. Rodamos por mais de 100kms entrando em túnel, saindo de túnel, rodando avenidas e cruzando ruazinhas até chegarmos na praia certa. Lá encontramos com duas meninas que moravam em kitnets vizinhas a que estávamos. Mel havia feito amizade com elas pela manhã do dia anterior. Chegamos apenas as 17 horas. Ficamos por lá até o entardecer e retornamos pra casa. 



8 de nov. de 2014

Dia 8 - Florianópolis (segundo dia)

No nosso segundo dia em Florianópolis pudemos descansar bem! Acordei, atualizei o blog e fomos almoçar. Pela tarde descarregamos a moto e com ela fomos até a ilha de Florianópolis. O trânsito estava absolutamente caótico, muito congestionado. Não sei exatamente se era em função do fim de semana ou se era sempre assim mas tive que fazer corredor entre os carros tanto na ida quanto na volta. Fomos primeiro na Lagoa da Conceição. O lugar era lindo, com água muito límpida. Segue abaixo o link do vídeo que fizemos lá:

VÍDEO


Em seguida fomos à Praia Mole. Muito tranquila e bela!
Voltamos ao entardecer e descansamos.







7 de nov. de 2014

Dia 7 - Florianópolis

Acordamos no camping em Balneários decididos que a experiência na cidade não tinha sido exatamente boa. 
Fomos até a cidade, sacamos dinheiro, visitamos a praia de lá e compramos um cartão telefônico. Como eu havia esquecido meu celular sob uma mesa da cozinha do camping voltamos rápido com medo de o levarem. Ainda bem que éramos os únicos hospedados lá.
Desmontamos a barraca, organizamos as coisas na moto, juntamos num saco a roupa que não havia secado e tive a ideia de fazer um vídeo para o blog e o facebook:


Pagamos nossa estadia e pegamos a reta. Sobe serra, desce serra, sobre serra, desce serra e logo estávamos na rodovia rumo à Florianópolis. Há poucos dias não tínhamos lugar para ficar na cidade. A pessoa que havia nos aceitado pelo Couchsurfing não respondeu mais nossas mensagens e ficamos a ver navios, literalmente. Fiz um pedido no Facebook e logo apareceu uma boa alma chamada Luciano Hoffmann nos oferecendo um canto na grande Floripa. Antes de deixarmos Balneário Camboriú acertei os detalhes com ele e coloquei seu endereço no GPS.
Na rodovia sofremos um pouco com vento lateral muito forte e chuva também forte. A Mel deve ter feito orações de tudo quanto é religião. Eu sentia ela tão tensa na garupa que até estabilizava a moto contra o vento.
Mas não demorou para chegarmos, já que a distância é curta. Também achamos o endereço facilmente, apesar do bendito GPS me mandar entrar em ruas de mão contrária (como sempre). O irmão de Luciano, Roberto, nos recebeu. O lugar era um conjunto de kitnets e ele nos cedeu uma. Fiquei ainda mais agradecido por tamanha gentileza. Descarregamos as coisas e fomos até um supermercado próximo pois estávamos verdes de fome. Roberto disse que era melhor irmos de moto pois ficava a 4 quadras de distância. "Quatro quadras? Imagina! Tranquilo", e fomos a pé. Mas eu mal poderia imaginar que as quadras por aqui são gigantescas.
Ao voltarmos, cozinhamos utiizando nossa espiriteira e descansamos o resto do dia.
Pela noite Hoffmann me mandou uma mensagem informando que já estava lá. Descemos as escadas e o encontramos. Trocamos muita informação, adesivos e ele nos contou de suas experiências de viagens de moto. Logo seu irmão chegou com um banquete regado à camarão empanado, arroz, salada, batata frita e cerveja. Rapaz, ja fazia tempo que eu não comia assim tão bem. Hoffmann ainda nos convidou a ficarmos o fim de semana todo e partirmos apenas na segunda feira. Quem não toparia? Não temos pressa nenhuma. Convite mais do que aceito!
Fomos dormir rindo da situação: Num dia dormindo sob a dureza do chão e debaixo de goteiras e frio e no outro bem acomodados e em uma cama confortável.
Mais uma vez me fez sentir muito grato às pessoas que tem nos ajudado pelo caminho.



6 de nov. de 2014

Dia 6 - Balneário Camboriú

Acordamos cedo! Tomamos café, preparamos a moto e à nós mesmos, nos despedimos de nossos anfitriões e pegamos a estrada. Eu estava bem tranquilo quanto ao tempo pois Curitiba não era tão longe de Balneário Camboriú. Pegamos um bom trecho na serra e paramos no caminho para um pastel.
Notei que a Suki está se comportando bem melhor que no início da expedição. Já quase não engasga. Ou eu estou sabendo melhor os macetes de pilotá-la ou ela precisava desta "amaciada".
Chegamos em Balneário Camboriú às 13:00. Eu tinha o endereço de dois lugares para camping. Ambos não encontramos, Como o GPS não encontrava os endereços, abordei um homem na rua  e quando pedi por lugares para camping ele nos levou para um lugar onde não existia nada. Eram 15 horas e eu já estava a ponto de sentar e chorar quando resolvemos ligar em um telefone de camping que eu havia marcado no dia anterior. Mel ligou e um senhor passou as direções de como chegar lá. Era numa praia bem afastada da cidade, inclusive tínhamos que pegar a rodovia e depois entrarmos num caminho subindo e descendo serras muito íngremes! A moto tinha que subir na primeira marcha de tão íngreme.
Quando chegamos no lugar um senhor nos recebeu, indicou onde poderíamos montar a barraca e onde eu poderia estacionar a moto. Seria uma vaga ao lado de seu carro. Quando levei a moto até lá ele disse num tom agressivo "cuidado com essa moto para não riscar meu carro!". Tentei não me aborrecer com aquilo e levei na brincadeira "Opa, riscar não pode". Voltei e montei a barraca com Mel. Começamos a nos preparar para visitar a praia mas o senhor se aproximou e me chamou. Eu o acompanhei para preencher uma ficha de registro. Foi só então que ele informou que o pagamento deveria ser adiantado. Mel e eu tínhamos esquecido de tirar dinheiro e tínhamos apenas os cartões de crédito. Ele disse que não aceitaria.cartão e eu teria que pagar naquele mesmo dia. Já era três e meia da tarde e estávamos muito cansados. Mel perguntou se poderíamos pagar no dia seguinte mas ele disse que não. Fiquei bastante aborrecido e fui descarregar a moto para ela pode rodar vazia na cidade. Enquanto eu fazia isto ele se aproximou e disse algo do tipo "Não se chega num estabelecimento sem o dinheiro para pagar". Aquilo me deixou ainda mais bravo e retruquei com ele, o que gerou um bate-boca. Resumindo a história: Ele nos mandou armar a barraca e sair de lá. 15 segundos antes de ele dizer isto eu já estava decidido a irmos embora e tentarmos outro camping que vimos logo ao lado, mas claro que para Mel tecnicamente nós fomos expulsos.
Arrumamos as coisas de novo, colocamos tudo na moto e partimos. Antes de deixarmos o lugar eu dei minha deixa para o senhor: "Vou dar uma dica para o senhor: compre uma maquininha de cartão." Ele se enfureceu e ficou gritando que não ia colocar maquininha pra ter prejuízo e etc, etc etc...
Subimos a serra, descemos a serra (em primeira marcha) e chegamos no próximo camping. Parei no portão e um senhor veio dizendo que estava fechado. Agora ferrou! Perguntei se ele conhecia outro lugar e ele disse: "Sobe a serra, desce a serra, sobre a serra, desce a serra, praia do estaleiro". E lá fomos nós.
Subimos a serra, descemos a serra, subimos a serra, descemos a serra e vinte minutos depois encontrei um lugar chamado Camping Dona Emma. Um senhor nos recepcionou muito bem e disse que poderíamos montar acampamento imediatamente e pagar mais tarde o ou dia seguinte. Conversamos sobre a viagem, deixei a moto em uma vaga do estacionamento e montamos novamente a barraca, não antes de fazermos uma visita à praia.
Na praia notamos que as ondas eram extremamente fortes, Muito mais forte que as de Maresias. Mel tem medo do mar então entrei sozinho, correndo como uma criança. Logo nas primeiras ondas meu corpo foi atirado longe pela força d'água. Mel achou que naquele momento a expedição iria perder seu capitão! Não morri, apenas engoli alguns litros de água salgada e voltamos para o camping.


Passamos o resto do dia lá, tomamos banho, organizamos as coisas, cozinhamos e voltamos à praia pela noite para dar uma volta. Estava frio e garoava a todo momento. Já na hora de dormir a garoa se tornou uma chuva muito intensa. Tanto que a capa de chuva da barraca não suportou e tivemos goteira dentro dela. Corri para a moto, peguei nossas capas de chuva e coloquei sobre a barraca, que resolveu o problema. Na verdade o plano inicial era montarmos a barraca em uma vaga da garagem, pois o camping estava vazio. Mas o lugar estava sob reforma e havia muita poeira. Eu tenho alergia à poeira e posso ficar muito mal, por isso tivemos que montar acampamento na grama.
Mesmo dormindo praticamente no chão dormirmos com pedra!





Quilômetros rodados:

No dia: 285 kms

No total: 1.692 kms

5 de nov. de 2014

Dia 5 - Curitiba, PR (segundo dia)

Curitiba não era exatamente um dos locais que coagitei a possibilidade de ficar mais de um dia, porém havíamos chegado na cidade bem mais tarde que o planejado e o tempo ruim havia possibilitado passearmos para conhecer a cidade. Com isso, decidimos ficar mais um dia e turistarmos mais.
Eu havia combinado de encontramos um amigo chileno chamado Alejandro que mora na cidade, Eu e Mel pegamos o ônibus e fomos até o centro da cidade. Lá compramos uma jaqueta nova para mim pois a minha havia sido destruída em Cajati graças à minha fúria contra o zíper emperrado. Comprei uma nova com um chinês por quase 100 mangos. Uma graninha que certamente fará falta. A situação econômica nossa é algo preocupante sim, porém tento não deixar esta preocupação tomar conta da minha mente o tempo todo, ou não aproveitarei nada a viagem. Mas sabendo que estamos viajando com 1/3 do que os outros motociclistas dizem ser o idel para se fazer uma jornada com esta, imagino que na metade do caminho terei que apelar e fazer um pedido de doação no facebook. Uma espécie de TELETON das duas rodas.
Entreguei minha jaqueta quebrada a um mendigo que abriu um sorriso tão grande que o sol até apareceu de novo. Já eu tentava esconder minha tristeza em estar desfazendo da jaqueta que eu tanto gostava. Estamos percebendo o quanto esta viagem está nos testando e ensinando a respeito do desapego!
Encontramos nosso amigo, almoçamos, passeamos pelo centro, fomos ao Jardim Botânico e voltamos para casa. Eu estava morto! E nem acho que andamos tanto. Acho que ou estou ficando velho ou estou bem desacostumado a me locomover utilizando minhas próprias pernas!